O QUE ERA RUIM VIROU DESASTRE
Domingo de Páscoa, pouco mais de dois mil pagantes sob Sol escaldante em Presidente Prudente. De um lado, Palmeiras e sua crise com derrotas consecutivas, pressão da torcida e técnico ainda sem vencer. Do outro, o caçula Água Santa, sem vencer a quatro partidas. O cenário que já não era bom virou um desastre para aquele que se diz "grande". Sem fazer milagre, o Água Santa batizou o Palmeiras fazendo 4 à 1 e colocando mais duas bolas na trave.
O Palmeiras definitivamente assumiu as trevas. Caiu para quarto lugar no seu grupo, fica à beira do rebaixamento em pleno campeonato estadual e não mostra em seus jogadores que, recebem bons salários em dia, contam com boa infra estrutura para trabalhar, jogam na maioria das vezes em uma das mais modernas arenas do país e a torcida proporcionando grandes arrecadações, competência para assumir responsabilidade e tirar o Clube desta situação.
Matos mito, padeceu. Nobre herói, crucificado, torcedor sofrido, no muro das lamentações. Será que ainda existe fundo do poço para o Palmeiras?
Luiz Aquino

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